ALAMEDADOSOULNA

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27 Junho, 01:15

Ska, Reggae e Balcãs com sotaque de nuestros hermanos

Imagine-se uma mistura de The Skatalites com a Fanfare Ciocarlia, dos Black Uhuru com os Squirrel Nut Zippers, de Manu Chao com os Klezmatics, dos Gogol Bordello com os Madness ou de Marvin Gaye com a Orquestra de Benny Goodman. E imagine-se que sonoridades que nós conhecemos e amamos de muitos grupos espanhóis/bascos/catalães -- Ska-P, Muchachito Bombo Infierno, Kortatu, Amparanoia, La Troba Kung-Fú… -- são também imediatamente reconhecíveis na música e nos concertos quentes, festivos, feitos de momentos furiosos e outros de uma candura extrema, de improvisação e de interacção com o público, desta banda espanhola, os (tente-se dizer o nome sem gaguejar nenhuma vez, por favor) Alamedadosoulna.

Os Alamedadosoulna são de Madrid e, como se percebeu facilmente lendo o parágrafo anterior têm como base musical uma mistura explosiva de ska, reggae, música balcânica, velho e novo swing, soul, até rockabilly e rumba, com uma pitada de loucura a ajudar. Uma loucura que se sente não só na sua música como também nas suas coreografias, sketches e performances teatrais com que vão polvilhando os seus espectáculos ou as suas aventuras multimédia. Nascidos em 1999, da fusão entre duas bandas diferentes, os Alamedadosoulna – que, desde o inicio, são compostos por dez elementos (costumam dizer que têm dez cabeças, vinte pernas e mil ritmos e que a sua missão é ser uma arma de diversão massiva) – editam em 2003 a sua primeira maqueta, “Verano al Soul” e, logo ao primeiro álbum, “¡¡Skrak!!” (2004), afirmam-se como uma das mais importantes bandas de ska (e não só, claro) de Espanha. Em 2007 editam o álbum “Finissimo”, a que se seguiu, em 2008, uma acção promocional que lhes daria enorme visibilidade, o “Trainacting”, em que telediscos para as suas músicas eram gravados clandestinamente em carruagens do Metro de Madrid. Em 2009, nova aventura: o filme interactivo “Alamedadosoulna: La Película”. E, em 2010, a criação de música para o filme “Spanish Movie”, em que uma das suas canções foi nomeada para os Premios Goya. Já dentro da nova década, editam “Play!” (2011), que lhes valeu várias digressões em Espanha e no exterior.

Agora, os Alamedadosoulna andam a mostrar – para além de muitos temas anteriores -- o seu novo álbum, “Jaleo”, editado em 2014. E, no seu concerto / espectáculo / performance / happening no Med de Loulé, estarão para o apresentar os dez elementos da banda. Senhoras e senhores, esta noite convosco: Rubén Durán (voz e guitarra), Rebeca Gismero (saxofone alto e voz), Daniel “Sam” Maldonado (trompete e voz), Ernesto Carrera (saxofone tenor), Roberto (trobone), Laura Nadal (teclados e sampler), Sergio Baigorri (guitarra), Pablo Cano (baixo) e Juanjo Contreras (bateria). Em caso de arritmia, cansaço extremo ou alguma espécie de estado de choque, dirija-se por favor ao posto médico mais próximo.









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